A audiência pública que os humoristas realizam na Câmara dos Vereadores de Fortaleza para discutir a profissionalização, serviu até para uma lavagem de roupa suja entre esses profissionais.
Na tribuna, Zeca Estrada fez crítica aos humoristas antigos que comporiam um grupo mais fechado do humor em detrimento dos demais. Citou nominalmente Lailtinho Brega, Rossicléa e Adamastor, de quem no passado disse ter colocado os retratos deles na parede de sua casa, mas que hoje os retirara.
Já o Kléverson Viana, das Garras da Patrulha, reivindicou maior "democracia humorística" para as verbas governamentais. Lamentou que uns sejam beneficiados
Na tribuna, Zeca Estrada fez crítica aos humoristas antigos que comporiam um grupo mais fechado do humor em detrimento dos demais. Citou nominalmente Lailtinho Brega, Rossicléa e Adamastor, de quem no passado disse ter colocado os retratos deles na parede de sua casa, mas que hoje os retirara.
Já o Kléverson Viana, das Garras da Patrulha, reivindicou maior "democracia humorística" para as verbas governamentais. Lamentou que uns sejam beneficiados
por usarem o nome do Sindicato dos Humoristas "e com o dinheiro estão construindo casas e mansões, enquanto outros ficam chupando o dedo", criticou.
Bené Barbosa, o Papudim, foi quem melhor roteirizou o encontro, ao conclamar colegas para o ítem profissionalização. "Não há nenhuma capacidade de mudança sem conhecimento. Não adianta ter talento sem profissionalização. Sem formação, conhecimento e estudo, a gente não sai do lugar".
Bené, que hoje integra equipe da Rede Globo de TV, finalizou lembrando que "se os profissionais do humor quiserem que o Ceará seja a Broadway do humor brasileiro é preciso se profissionalizar.
Bené Barbosa, o Papudim, foi quem melhor roteirizou o encontro, ao conclamar colegas para o ítem profissionalização. "Não há nenhuma capacidade de mudança sem conhecimento. Não adianta ter talento sem profissionalização. Sem formação, conhecimento e estudo, a gente não sai do lugar".
Bené, que hoje integra equipe da Rede Globo de TV, finalizou lembrando que "se os profissionais do humor quiserem que o Ceará seja a Broadway do humor brasileiro é preciso se profissionalizar.









