Inês Aparecida é demais! E bote demais nisso. A frase é velha, mas a atualização dela se faz quando se vê pessoas inteligentes e criativas, como a nossa jornalista, bater retrato (é velho meesmo!) toda enfronhada em roupa de frio - só porque subiu ali a serra de Guaramiranga - é não, menino! é nos vinhedos de Chandon. E ela danou-se a postar o seu(dela) "fashion" e das putras "caborés cearenses" acompanhantes, como se estivessem nos anos em que "les belles de jour" posavam para as colunas do Ibrahim. Inês é demais, tenho que repetir o óbvio.
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18 maio 2026
ARTIGO. O que se fala na praça, bisavó de todas as mídias
Texto meu, sim!
Não vai me dizer que nunca pensou no que falam os velhos numa praça. Como a do Ferreira, por exemplo, onde eles a ocupam com direito a usucapião.Pois bem antes desses que vivem em situação de rua, tomarem de assalto, aquele lugar já foi o coração pulsante dessa Fortaleza.Hoje, parece sobreviver na UTI das praças, com aplicação de todos os barbitúricos que a indústria farmacêutica, digo a indústria das requalificações consegue magicalizar.Pois fique sabendo que eu resolvi fazer um teste. Fui para a praça. E sem ser reconhecido apesar dos meus 144 anos, só de uma das profissões que tenho.Arranjei um jeito. Desci do carro por aplicativo e me instalei ali perto da antiga banca do Bodinho.Bodinho era o proprietário de uma banca de revistas, onde a maioria dos que o procuravam era, principalmente, para falar de futebol. Tá bem, falardo Fortaleza que anda mal das pernas, objeto mais do que necessário para que o time exista.Hoje, embora o pebol (gosto desse abrasileiramento de futebol), ainda domine os quatro cantos do globo (onde é que globo tem canto?), fui, vi, ouvi e me venci. Na praça, fala-se de tudo. E de todos, também. Na Ferreira, ferra-se tudo e todos.No banco onde eu, disfarçado de mim mesmo, me aboletei tinha uma ruma de velhos. Falo de velhos sem nenhum etarismo, que somadas as idades de cada um ali, daria para se dar 100 idas e voltas no planeta e ainda sobrava idade para se tropeçar no arco da velha.Sim, fui disfarçado de mim mesmo, porque dificilmente alguém vai imaginar que eu tenha tempo de ir pra praça, deitar conversa fora.“Não, não pode ser ele. Isso é fake”, ouvi um senhor da chamada melhor idade dizer, a um outro senhor dos seus 90 anos, que suspeitou que fosse eu. Surpreso fiquei.Surpresa porque ele utilizou um termo desse tempo: fake. De alguém com tantos janeiros nas costas, o máximo que se poderia esperar ouvir, era dizer: fei que dói – sobre alguém sem nenhum naco de beleza.Mas, deixando fora essas diatribes, da minha primeira e última noite na praça, ouvi queixas contra “a aposentadoria merda”. Fala sobre o falo falido:- Não tem tadalafila que dê jeito, morreu, explicava seu Emetério, de quem imagino tenha sido um macho-alfa, ou melhor macho-galinha, ao explicar suas brochadas.E para mostrar como tem gente com preconceito a algumas palavras, teve um que concordava. “É f(**)a – dizia outro, dando pra se sentir o cheiro de asteriscos naftalinados, ao esconder duas letras de foda.Na praça, as conversas sobre política acabam transformando o logradouro em uma espécie de campo santo de tantas figuras, nas conversas, que já desencarnaram, desossaram e devem ter voltado a esse circo chamado Terra.Novidade: conversas sobre o velho Gegê, que deve ter feito as alegrias de anos eleitorais dessa gente, não dão mais ibope.Sobre os mortos-vivos da atualidade, só o velho Sarney, ainda anda vivo - e não apenas na memória. Vivo, vivíssimo! Peraí, tem certeza?Fui consultar o Google. E é verdade. Sarney, em pleno 2026, respira, o que levou um muquira travestido de velho a debochaer: vai ver, no livro de chamada do velho Pedro, no colégio Paraíso, ele está levando falta há muitas luas.Fechei a conta. Abri os olhos e acordei mais cedo.
FUTEBOL. Um nome de gênio no futebol: doutor Sócrates
Nesses tempos em que se fala tanto de futebol, por causa da Copa do Mundo 2026, é justo lembrar de nomes do futebol brasileiro que foram além da conta de sua profissão. Um exemplo: o doutor Sócrates. O texto a seguir é da Varient.
O universo do futebol sempre foi povoado por figuras que transcendem as quatro linhas do gramado, mas poucas vezes na história da humanidade um atleta conseguiu personificar de forma tão absoluta a genialidade, a contradição e a profundidade intelectual como Sócrates.
Ele não era apenas um jogador de futebol comum que executava ordens táticas; era uma entidade complexa, um verdadeiro gênio que desfilava sua classe incomparável tanto dentro das grandes arenas esportivas quanto no intrincado e imprevisível jogo da vida.
Conhecido carinhosamente e com um extremo respeito pelo mundo todo como o "Doutor", ele encantou nações inteiras não apenas com a sua técnica refinada e toques de calcanhar, mas com sua inteligência cortante e uma capacidade de liderança natural que desafiava veementemente todas as normas estabelecidas pela sociedade. O que torna a sua trajetória verdadeiramente fascinante, no entanto, não são apenas os gols históricos ou as pesadas braçadeiras de capitão, mas a forma corajosa e inusitada como ele escolheu viver cada dia de sua existência.
Diferente da esmagadora maioria dos craques que alcançam o topo do mundo e se deixam cegar pelo brilho da fama, Sócrates nutria um desdém quase poético pela ostentação. Mansões milionárias, carros importados de alto luxo e a busca incessante por riquezas materiais vulgares nunca fizeram parte de seu vocabulário cotidiano ou de seus anseios mais íntimos.
Mergulhar na vida deste ícone absoluto do esporte é caminhar por uma longa estrada repleta de surpresas intensas, ideais inabaláveis e um fim que ecoa como um alerta trágico, profundo e dolorosamente comovente.
ARTIGO desvenda mistério e segredos sobre Walter Mercado
Alguém se lembra da figura excêntrica de Walter Mercado? O místico que se vestia à la moda Liberace e que ficou marcado pelo icônico bordão "Ligue djá!".
16 maio 2026
TV. Por onde anda a apresentadora Fernanda Nepomuceno
TV. Programas de 'fofocas' cada vez aumentam mais e mais
Os canais 'streamings', principalmente os destinados a fofocas, estão cada vez mais ganhando visibilidade na telinha da tv. E não falamos de canais como SBT, Record, Rede TV, não. No 2299, que é o de ODiaTV, a gente se depara com as emissões de gente que sai do comum para chamar atenção. O "Pra Variar" é um agito de assuntos os mais diversos sobre atualidade e a opinião de cada participante mostra que em cada cabeça, uma sentença. E, por aí, o mundo gira.
14 maio 2026
TV. Apresentadora contorna problema com repórter ao vivo
MÍDIAS SOCIAIS ganham a pauta mais comentada de hoje
LIVROS. As muitas mulheres que vivem em Suzete Nocrato
Suzete Nocrato faz parte de uma equipe de mulheres formadas pela UFC - a exemplo de Márcia Diógenes - que, além do foco no ofício jornalístico, detém um olhar mais atento ao universo feminino. E ela está publicando o livro "Vozes das Mulheres do Sertão", numa revisita sua às lembranças afetivas e as histórias que atravessaram gerações, mas reinventadas pelas próprias vivências da autora, onde memória e imaginação se confundem.
"É uma alegria imensa imaginar esse livro chegando às mãos de leitores e leitoras que se emocionam com narrativas que encontram força na simplicidade dos sentimentos", conta Suzete.
A editora Caravana gostou bastante do conteúdo e vai arcar com todos gastos da produção. Mas há uma cláusula contratual na qual a autoea se compromete a vender uma quantidade razoável para ajudar na produção. Por isso, ela está fazendo a pré-venda. Tem a chave pix no card.
TV. A exemplo da galinha, TVC produz e anuncia o que faz
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| A chamada do futebol faz ligação com a Copa do Mundo, daqui a um mês |
JORNALISMO. O 'Intercept Brasil' volta a impactar a Nação
Vaza Jato (2019): A série de reportagens que revelou conversas privadas entre o ex-juiz Sergio Moro e integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato, indicando colaboração proibida e parcialidade.
- Diálogos sobre Flávio Bolsonaro (2019): Revelações sobre como integrantes da Lava Jato discutiram o andamento de casos envolvendo o senador Flávio Bolsonaro.
- Caso Marielle Franco: Cobertura aprofundada sobre as investigações do assassinato da vereadora, questionando os rumos oficiais da polícia.
- Atuação em Brasília (2025-2026): O Intercept Brasil continua a publicar investigações sobre os bastidores da política nacional, impactando o cenário político.
- Denúncias contra figuras públicas: O veículo publica frequentemente documentos e áudios que colocam em questão a conduta de autoridades, incluindo escândalos de corrupção e abuso de poder.
13 maio 2026
STREAMING. Netflix tem direito a cobrar partilha de senha
A ação do Instituto Defesa Coletiva, acusava a empresa de prática abusiva contra os consumidores. A entidade argumentava que a cobrança adicional de R$ 12,90 representava uma mudança unilateral no contrato. Pois agora, a empresa ganhou. A corda sempre rompe pro lado mais fraco.
LEITURAS. Paulo Linhares prova porque o livro não acabou
Em sua coluna semanal em O Povo, o jornalista Paulo Linhares reverte a previsão de que
"o livro físico seria engolido pelo digital, que a Amazon liquidaria o comércio de rua, que a geração que cresceu com a tela no bolso não teria paciência para 300 páginas"
Nada disso aconteceu e ele felicita a chegada do Booktok com a salvação da lavoura. "Em 2025, vídeos com a hashtag #BookTokBrasil ultrapassaram 3 bilhões de visualizações no Brasil. Na Europa, mais de 50 milhões de livros recomendados pela comunidade foram vendidos no mesmo ano".
AQUI, assinantes de O Povo podem se deleitar com o texto dele.
MUNDO. Governantes fazem elogios à chegada de Satanás
O que pode se esperar de governantes que usam arma mortíferas e chegam a batizá-la de Satanás? A crise no mundo, há muito tempo, é de falta de moral. E respeito humano.
CHARGES. Criticada suspeita de deboche à morte de juíza
12 maio 2026
RELIGIÃO. Pastor vende 'martelo da justiça' a 1 mil para fiéis
CONSUMO. As marcas famosas que entraram em derrocada
SISTEMA. Brasileiro ainda sonha com governo monárquico?
ARTIGOS. Quando mudar começa na mentalidade
Quando mudar começa na mentalidade
Carlos Delano Reboucas
Muitas empresas e gestores acreditam e fazem acreditar que a adoção de algumas medidas que parecem revitalizar o ambiente de trabalho, seu funcionamento diário, impactam positivamente na qualidade de vida dos colaboradores. Entendem que são suficientes para reduzir a sensação de esgotamento que se torna cada vez mais uma realidade no mundo corporativo.
Algumas empresas já aderem a algumas mudanças estruturais, como o fim das paredes separam setores e departamentos, novas mobílias e ambientes mais convidativos a socialização. São tentativas que até podem parecer, a princípio, eficazes; contudo, não tão eficientes quanto se pensa.
Outro dia vi um case de uma empresa, acredito eu se tratar de um modelo já aplicado por outras mais, de promover na segunda parte do último dia da semana de trabalho um momento diferente, que venha a ser, por exemplo, uma sessão de cinema com muita pipoca e refrigerante, uma rodada de pizzas e por aí vai. Calma! Tudo isso no local de trabalho.
Mas surge a pergunta: "Será que tudo isso, de fato, surte o efeito esperado?"
Há quem diga que de nada vale fazer um fechamento de semana desacelerado, se a cabeça de todos (de todos mesmo) está na segunda-feira e nas cobranças, nas metas e nos resultados que recomeçaam com ela, tirando o sono e gerando preocupação.
Entende-se que mudar precisa ir além do estrutural físico, deve ser visto e percebido na alegria, na satisfação do colaborador no pleno equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional. Estranhe quando alguém vibra com a chegada do fim do expediente ou da semana de trabalho, ou com a aproximação das férias. Não é que tenha motivos para isso, não, mas que de alguma forma acende o sinal de alerta, sobretudo quando tudo pode parecer mais importante que o trabalho, de onde se tira o sustento e se constrói uma carreira profissional.
JORNAIS. Quem tem feito mais oposição ao governo Elmano
PRÊMIO. Jornal O Povo ganha o destaque Franchising 2026
FAMOSOS. Quem se lembra do Sérgio? O Chapelin do JN
Em 2019, Sérgio Chapelin se mudou com a mulher para a região sul de Minas Gerais, Itanhandu, onde tinha uma chácara. Em 2021, outra mudança, quando foi morar no Rio de Janeiro para ficar mais próximo aos três filhos, enteado e seis netos. Hoje, disfarça com uma barba branca o rosto que já foi famoso em temoos globais.
LIVROS. Virei fã de carteirinha da Biblioteca digital do MEC
Hoje está comopletando um mês e meio do lançamento da plataforma MEC Livros. É uma chance de se ler obras importantes, sob a condição de aluguel.
Pelo que li em O Povo, no início deste maio, "mais de 566 mil pessoas já se cadastraram nessa plataforma literária disponibilizada pelo Ministério da Educação".
Para ler os livros disponíveis, basta acessar o site ou o aplicativo do MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br. O aplicativo está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.
CONSUMO. A proibição da Anvisa à Ypê e a reação da direita
Nada é mais significativo do que as ações de proteção ao consumidor. O exemplo da Anvisa, recolhendo e proibindo a venda de produtos Ypê, recupera o prestígio desse serviço público quando obriga empresas de porte a se preocuparem com a qualidade de seus produtos.
E saber que, há 36 anos atrás, o consumidor vivia ao deusdará em termos de defesa. Até o surgimento do código postulando regras que interessam ao bem estar das pessoas.
E o que dizer da reação de políticos e apoiadores de direita nas redes sociais, relacionando a decisão ao histórico de doações feitas pelos donos da empresa à campanha de Jair Bolsonaro em 2022.
RÁDIO. Quando uma boa coluna ganha atenção do ouvinte
Colunas especializadas sobre os mais diversos assuntos têm ganho atenção do público. No rádio, a do médico Arruda Bastos. Como ele sabe se comunicar com facilidade, sobre assuntos de saúde! É na Band News Fortaleza, 101.7. O acesso desses profissionais à mídia, agrada.
Arruda Bastos, médico e ex-secretário de Saúde do Ceará, é comunicador e apresenta o programa Saúde em Dia na BandNews FM Fortaleza, com foco em informações sobre saúde e qualidade de vida. O programa tem participação ativa dos ouvintes e cobertura na região.

























