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12 setembro 2026

COLUNISMO SOCIAL. ´'Éramos seis", hoje restam apenas dois

Em seu perfil do Facebook, o jornalista Augusto César Benevides posta, hoje, foto dos seis colunistas importantes das últimas décadas em Fortaleza.

 Parafraseando Maria José Dupré, e seu famoso "Érasmos Seis", hoje resram apenas dois. 

O último que nos deixou foi Lúcio Brasileiro, em misterioso acidente em Portugal. 

FORMULA 1. Bortoleto reclama de japonês durante treino

 




11 setembro 2026

TV. SBT demite Rodrigo Bocardi que diz ter pedido demissão

Um dia depois de anunciar a demissão de Rodrigo Bocardi, sob suspeita de cometer ato de extorsão, o SBT emite uma nota explicando que foi o próprio apresentador que solicitou a sua demissão. 

No dia anterior havia sido dada a explicação de que Rodrigo teria cometido um ato irregular, pelo que
afirmu um ex-secretário da cidade de Embu das Artes, em SP, assegurando que Bocardi teria cometido esse tipo de crime.  

O apresentador, no entanto, cita "forças externas" para a sua saída e cria uma situação vexatória ao explicar a decisão acusando a própria emissora. 

AVIAÇÃO. Cearense conclui volta ao mundo num monomotor

   Uma parte da imprensa brasileira destaca hoje o feito do cearense Alex Frota, o primeiro brasileiro a completar uma volta ao mundo viajando sozinho, passando por cinco continentes e tendo seu avião monomotor experimental como o primeiro modelo a realizar esse feito. 


Ele deve chegar à Fortaleza dia 12 agora, encerrando o Projeto Frotas pelo Mundo, que começou em março deste ano aqui na capital cearense. 

Leia mais sobre o feito AQUI 

09 setembro 2026

PODER JUDICIÁRIO. De que presidente saiu indicação no STF


A crise do Supremo tem levado muita gente a querer saber que presidente indicou os atuais componentes do STF. 

CULTURA. Com poesia, também, se lava roupa suja

Imagem sugerida por I.A.
OPOSTOS

Nonato Albuquerque



Às vezes, me sinto arte,
noutras, ser incompleto
Sendo cria-tura, objeto
que da vida minha, faz parte.

Às vezes me acho de Marte
sendo da Terra, correto?
Ser abstrato ou concreto
céu de Dante, inferno Sartre

Seria melhor não ser isso
Que às vezes, tanto me acho
Um luxo e por vezes lixo.

É que tenho compromisso
De ser humano, pois macho
muitas vezes me acho um bicho.

JORNAIS. Mudanças na área de Economia do jornal O Povo

Irna Cavalcante, Armando de Oliveira Lima e Beatriz Cavalcante

07 setembro 2026

JORNALISMO. Unifor debate a atividade no rádio, jornal e tv

 A  Universidade de Fortaleza promove, a partir desta terça feira, dia 8, a Semana do Jornalismo 2026, reunindo estudantes, docentes e profissionais da área com a realização de debates, palestras e oficinas dedicadas à profissão. Entre os palestrantes, Bruno Balacó, Cláudia Leite e Silvio Augusto, que lidam na mídia de rádio. 






LEITURAS. O País que esqueceu que tem asas

Texto de Maurício Filizola


Há algum tempo ouvi uma comparação numa roda de amigos e que me trouxe esta inspiração. Algumas nações encontram em animais a imagem daquilo que desejam projetar. A águia americana voa alto e enxerga longe. O urso russo simboliza força e território. E alguém provocou: se buscássemos uma metáfora para certas contradições brasileiras, talvez encontrássemos o papagaio.
Não por falta de beleza. Mas pelo hábito de repetir.
A provocação me incomodou porque esconde uma pergunta maior: será que estamos construindo um país com voz própria ou ainda repetimos o mundo que outros imaginaram para nós?
Somos uma potência. Temos terra, água, energia, biodiversidade, conhecimento e gente trabalhadora. Aprendemos a produzir e alimentar o planeta. Mas, durante muito tempo, também nos acostumamos a exportar matéria-prima para importar valor agregado.
É como entregar a madeira e depois comprar o móvel.
Não há demérito em ser celeiro do mundo. O problema é imaginar que nosso destino termina na porteira. Precisamos ser também indústria, tecnologia, patente, marca e inteligência.
E eis que essa reflexão encontrou a realidade.
O Congresso acaba de aprovar a possibilidade de zerar o Imposto de Importação nas compras internacionais de até 50 dólares. Para o consumidor, comprar mais barato é naturalmente sedutor. Ninguém pode condená-lo por procurar economia.
Mas há uma pergunta que não cabe na etiqueta do preço: em que condições competirá quem produz e vende aqui?
Não defendo fechar o Brasil ao mundo. Concorrência é saudável. Protecionismo excessivo também constrói gaiolas. O que precisamos é equilíbrio.
Porque por trás de um produto brasileiro existem trabalhadores, fábricas, fornecedores, transportadores, lojas, salários e famílias. Se oferecemos vantagens ao que chega de fora sem buscar condições equivalentes para quem gera riqueza aqui, podemos baratear a compra de hoje e encarecer o futuro de amanhã.
Não queremos muros contra o produto estrangeiro. Queremos uma pista justa para o produto brasileiro.
O curioso é que países e pessoas se parecem. Ambos podem possuir talento, recursos e capacidade e, ainda assim, viver abaixo de suas possibilidades porque aprenderam a acreditar em seus próprios limites.
Talvez essa seja a pior das gaiolas: aquela que não tem grades.
O Brasil precisa produzir mais, mas sobretudo transformar mais. Inovar. Agregar valor. Estimular quem empreende e acreditar na própria inteligência.
Nosso problema nunca foi falta de asas.
Foi acreditar por tempo demais que a gaiola era o mundo.
O Brasil já aprendeu a alimentar o planeta. Agora precisa aprender também a surpreendê-lo.
Porque talvez tenha chegado a hora de lembrar:
O papagaio também sabe voar.

CINEMA. O filme que quase foi apagado segundo Olavo Filho

 Existem filmes cuja história termina quando aparecem os créditos finais. Outros carregam uma trajetória externa tão extraordinária que se torna impossível separar a obra daquilo que aconteceu nos bastidores. Coyote vs. Acme pertence definitivamente ao segundo grupo, principalmente quando essa produção poderia ter desaparecido para sempre, literalmente.

Não estamos falando de um projeto que não conseguiu financiamento, ou de um roteiro que jamais saiu do papel ou de uma produção interrompida durante as filmagens. Coyote vs. Acme estava praticamente pronto. A fotografia principal havia sido concluída, a animação realizada, os efeitos produzidos, a trilha composta e o trabalho de centenas de profissionais incorporado ao filme. Mesmo assim, em novembro de 2023, a Warner Bros. Discovery anunciou que não pretendia lançá-lo. O objetivo: utilizar a produção como baixa contábil e obter um benefício fiscal estimado em cerca de US$ 30 milhões. Para um filme orçado em aproximadamente US$ 70 milhões, protagonizado por personagens que fazem parte da própria história da Warner, isso seria tratado não como obra artística, mas como ativo financeiro descartável. Por muito pouco, um bom filme foi literalmente apagado.

leia AQUI

A CHARGE DO DIA. O caso Master sob a visão de Thiago Lucas

 






05 setembro 2026

TV. Demitido executivo que facilitou CazéTV e SBT na Copa

A Globo demitiu Manuel Belmar. Quem é ele? É o executivo, responsável pelas áreas de produtos digitais, finanças, jurídico e infraestrutura. Virou alvo interno após a estratégia adotada para a Copa do Mundo de 2026, permitindo abrir caminho para a CazéTV e SBT na copa e teria sido responsabilizado pelo fracasso da emissora ao abrir mão da exclusividade de transmissão da competição.


04 setembro 2026

FAMOSOS. O tempo não pára e tampouco esses setentões

Thiago Lacerda
O ator Thiago Lacerda, que esteve afastado da TV e retornou à cena com a novela "Por Você" foi citado como se tivesse nascido em 1944 - e teria 82 anos. Ledo engano. é de 1974. Nesse mundo dos famosos quem temais de 70 são esses que listamos abaixo.  

Lucélia Santos

Susana Vieira

Betty Farias
Raimundo Fagner

Suely Franco
José Mayer
Beth Mendes

CIRCO. Abertas inscriçoe para o Lona Aberta no Ceará

 O XII Festival Internacional de Circo do Ceará (FICC) inscreve, até 15 de setembro, para o Programa Lona Aberta. A ação é voltada para o fortalecimento, valorização e visibilidade dos circos de lona.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por meio de formulário on-line disponível no perfil oficial do festival no Instagram: @festivalcircoceara.

O Programa Lona Aberta vai selecionará cinco circos de lona cearenses em funcionamento e instalados em municípios do Estado.

O FICC, que acontecerá em novemnbro próximo, é um evento do Ministério da Cultura, com patrocínio da Vale via Lei Rouanet – Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Com informação do blog do Eliomar

ELEIÇÕES. Carros de aplicativos não podem ser adesivados

A plataforma UOL divulga hoje as orientações para veículos da Uber ou 99, que não podem ser adesivados com propaganda de candidatos.

 





LEITURAS. Revista da Harvard orienta quem faz exercícios

A publicação mensal que envolve Educação e Saúde da Harvard, citou um assunto curioso que a maioria dos que frequentam academias, desconhece ou simplemente não leva em consideração. São os quatro tipos mais importantes de exercícios, tais como os de fortalecimento, alongamento, equilíbrio e aeróbicos. Leia AQUI. 

MEETING. Adriano Muniz participa do Missão Nosso Meio 2026

 


03 setembro 2026

CULTURA. Kelmer incorpora Alencar como crítico de seu livro

Já imaginou lançar um livro e ter como "garoto propaganda" um escritor famoso e que já partiu "deste prum mundo melhor" há quase 140 anos? O livro é "Fortaleza prometida do Sol". O autor, o conhecido "enfant terrible" de outros tempos, Ricardo Kelmer.

Num jogada de marketing, Kelmer diz que uma pessoa teria psicografado uma mensagem do seu conterrâneo famoso José de Alencar, com elogios a obra de Ricardo, num luxo de dar inveja a quem lança um produto e não teve a ideia de usar tática tão surrealista. 

A MENSAGEM DE ALENCAR 

E A RESPOSTA DE KELMER

Caros patrícios e confrades da lida intelectual, salve! Conto-vos que, do Éden onde repouso entre sombras e harmonias celestes, eis que me chega ao conhecimento o tomo “Fortaleza prometida do Sol”, lavrado pela pena de meu digníssimo conterrâneo Ricardo Kelmer.

É sumamente consolador constatar que, passados cento e cinquenta anos desde minha partida, a proverbial teimosia do escriba brasileiro segue firme. Apesar das infindáveis agruras, da escassez de patacões e das ingratidões da fortuna que assiduamente perseguem a nobre carreira das letras, há sempre almas desvairadas que insistem em escrever e publicar. Sublime insensatez, louvada seja.

É-me forçoso admitir que o estilo do autor, por vezes deveras libertino e desassombrado para os pudores do meu tempo, não deixou de me sobressaltar o espírito. Todavia, superado o inicial espanto, deleitei-me ao ver a amada terra natal retratada em toda sua desconcertante modernidade, pontilhada de desusadas belezas, prodigiosa diversidade e agudas contradições. Suas páginas me arrancaram francos sorrisos e, decerto, inquietas meditações sobre os descaminhos e grandezas daquela gente.

E detenhamo-nos sobre a graciosa criatura que estampa a capa da obra. Vede-lhe a fisionomia: exibe a altivez e a graça singular que sintetizam de modo admirável a mestiçagem, tão cara à alma do povo cearense. Naquele semblante de curvas harmoniosas, onde o sol parece beijar a tez morena e os olhos cintilam com o fulgor do mar tropical, reconheço uma viva reencarnação estética daquela mesma virgem dos bosques que outrora cantei em prosa poética. É a nossa Iracema, transfigurada pelos séculos, noiva do Sol moderna e audaciosa, pronta a desafiar as brisas do Atlântico e a eternidade dos tempos! Agradeço, lisonjeado, a distinção, caro Kelmer.

Insto-vos, pois, a todos os presentes nesta santa sessão: lede este livro, e não vos demorei em adquiri-lo. Afinal, o prezado autor necessita quitar suas contas terrenas ainda em vida, pois, como bem sabe este vosso espírito que já provou de ambos os estados, vender livros depois de morto - por mais postumamente célebres que venhamos a ser - nunca foi bom negócio para pagar o pão de cada dia. (José Martiniano de Alencar)

RESPOSTA DO AUTOR

Apesar da minha descrença sobre esses babados do pós-morte, guardarei com carinho a mensagem do espírito que se diz José de Alencar. Quanto ao estilo do texto, deixo pros estudiosos opinarem se a voz autoral é, de fato, a voz alencarina. De todo modo, gostei de não ver na mensagem termos como “atravessar”, que virou modinha irritante nas atuais resenhas literárias - tomara não se propague pelos lados de lá.

Adorei que o Alencar do Além reconheceu na capa a inspiração de sua Iracema. Mas não terá percebido no título a referência a Paula Ney, seu contemporâneo que celebrou Fortaleza nos versos “a loura desposada do sol”? Ou percebeu, mas não quis dividir a honraria com o colega?

Hummm, talvez eu esteja sendo indelicado, né? Um espírito famoso se dignou a interromper seu celestial repouso pra comentar meu livro, mostrando-se até solidário com minhas agruras financeiras, e eu aqui a fomentar intrigas entre os mortos, que coisa feia.

Pra me redimir da deselegância, encerro pedindo: leiamos José de Alencar, pai da literatura brasileira. Mas leiamos também os vivos, pois pra esses as contas estão pela hora da morte. (Ricardo Kelmer)

CINEMA. Dica do clássico da 5ª do Olavo Filho: 'Inimigo Meu'

JÁ NÃO FAZEM MAIS FICÇÕES COMO ANTIGAMENTE


O crítico de Cinema, Olavo Filho, destaca hoje em seu blog Louco por Cinema, o título escolhido por ele para o Clássico das Quintas. Nada mais, nada menos que "Inimigo Meu", lançado em 1985, "de uma categoria cada vez mais rara dentro da ficção científica: a dos filmes que utilizam planetas, naves, criaturas e guerras interplanetárias não como finalidade, mas como instrumentos para examinar a condição humana. 

Leia a matéria completa AQUI

PRÊMIO. Angela Marinho anuncia o Gandhi Comunicações