domingo, 29 de setembro de 2013

CLÁUDIO CAVALCANTI sai da cena da vida

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A lembrança mais antiga que tenho do ator Cláudio Cavalcanti, que hoje saiu da vida física, é da novela "Véu de Noiva" (1969/1970). Ele fazia um Renato Ladeira introspectivo, cujo tema de Nilson "Everibody talking", do filme "Midnight Cowboy" (Perdidos na Noite) dava um tom ainda carregado ao personagem. 


Nos últimos anos, Cláudio Cavalcanti se dedicou à política. Era atualmente secretário de Defesa dos Animais, da Prefeitura do Rio. Ele foi internado na segunda feira para uma cirurgia na coluna e teve complicações cardíacas.

Como protagonista, destacam-se entre seus principais trabalhos de tele-dramaturigia: Anastácia, a Mulher sem Destino; Rosa Rebelde; Véu de Noiva; Irmãos Coragem, O Homem que Deve Morrer, Carinhoso, O Bofe, Cavalo de Aço, Vejo a Lua no Céu, O Feijão e o Sonho, Maria Maria, Terras do Sem Fim, Pai Herói,Dona Xepa, Água Viva, Sétimo Sentido,Roque Santeiro, Hipertensão, Lua Cheia de Amor,A Viagem, Marcas da Paixão, Vidas Cruzadas e Roda da Vida. Em Teatro, entre outros, protagonizou Era Uma Vez nos Anos Cinquenta (Troféu Mambembe de melhor ator), Fernando Pessoa, Bodas de Papel, O Beijo da Louca, Obrigado Pelo Amor de Vocês (peça com que foi contratado para inaugurar o Teatro do Casino do Estoril, em Lisboa), Disque M para Matar, Estou Amando Loucamente, Vida Nova, O Nosso Marido, A Primeira Valsa, Freud e o Visitante, O Mundo é um Moinho, E Agora o que Faço como o Pernil, O Doente Imaginário e, em fevereiro de 2009, Quando se é Alguem, texto inédito de Pirandello. (Wikipedia)

FALANDO NISSO

Incrível como o Wikipédia atualiza rápido suas biografias. A do Cláudio que o diga.

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