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quinta-feira, 9 de junho de 2011

CABALA DA INVEJA. À luz da ética judaica




Poucos sábios o são tanto quanto Nilton Bonder. Ele é um rabino. E sua luz derrama-se nas páginas de seus livros, os quais recomendo insistentemente a todos os que aqui visitam. É sabedoria judaica, eivada na mais pura ética de um povo que tem história de luta e de vitórias apesar da aparente derrota que, uns tolos, tentam infringi-lo.

¹ - "A inveja faz do ser humano um inigualável predador. Não apenas a cobiça e a ambição atuam no sentido da dilapidação dos recursos naturais; a ideologia de ter para que o outro não tenha é também elemento fundamental no estabelecimento de grandes discrepâncias na distribuição desses recursos".

² - "Os rabinos ensinaram - há quatro tipos de pessoas que ninguém tolera: um pobre que é arrogante; um rico que bajula; um ancião luxurioso e um líder que governa sua comunidade sem causa".

A gente vive tropeçando em gente assim.

³ - "A língua ídiche possui um verbo que é no mínimo raro, se não único: 'farguinen'. Seu significado poderia ser traduzido como "abrir espaço", "compartilhar prazer" ou simplesmente o oposto de invejar. Portanto, se invejar significa ter desgosto e pesar pela felicidade do outro, 'farguinen' tem o sentido de compactuar com o prazer e a alegria do outro".

Citações de
A Cabala da Inveja
Editora Rocco

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