A mídia vive de fatos. Alguns chegam a ser abordados de forma extenuante. O do casal paulista que teria lançado a criança do apartamento é exemplo concreto. Nos canais que trabalham especificamente com notícias, essa é uma questão recorrente. Um fato chega a gerar material para um dia de conversa. Como o terremoto do Chile que põe o olhar da mídia voltado para o Pacífico.
Quem estiver acompanhando o noticiário da Fox, CNN, CNNenEspañol e até na GloboNews, verifica que o grosso da programação informativa deste domingo é sobre o fenômeno ocorrido no país latino-americano. Assim como no caso do Haiti há pouco mais de um mês, as emissoras voltadas para o telejornalismo aproveitam ao máximo para preencher sua grade programacional.
Todo mundo apressou-se em enviar correspondentes para a zona do Pacífico, principalmente no Havaí, diante da ameaça de uma tsunami. Passadas 24 horas do anúncio, o alerta vermelho foi desligado e o que se viu foi uma enchente de câmeras e microfones voltadas para o mar que continuou como o seu nome.
Em seu blog, o chargista J.R.Mora aproveitou para tirar um sarro do fato que, se tivesse ocorrido, seria capaz de transformar-se numa espécie de 'big brother' da vida real.







