O debate sobre o que é uma inteligência artificial "moralmente boa" saiu dos laboratórios do Vale do Silício e foi parar na teologia. | ||
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Nos últimos meses, a Anthropic disse ter ouvido líderes e estudiosos de mais de 15 grupos religiosos e interculturais. Representantes de Meta, Google, Amazon e Microsoft também já se reuniram com o Vaticano. | ||
O que está por trás disso? Cada vez mais, as pessoas estão levando a chatbots perguntas que antes iam para um amigo, um padre ou um psicólogo — é só lembrar daquele amigo que faz terapia com o ChatGPT. | ||
Acontece que alguns desses temas, como eutanásia, pensamentos suicidas ou questões morais, não dependem de uma resposta de “sim ou não”. Para o cofundador da Anthropic, Chris Olah, essas não são perguntas que “um laboratório” consiga responder. | ||
É aí que entra a religião. Os chatbots aprendem com textos humanos e, a cada resposta, decidem o que dizer — ou não — sobre luto, culpa, doença e morte. São temas de que as tradições e os textos religiosos tratam. | ||
Por outro lado, o Conselho de Supervisão da Meta teme que misturar tudo apague o que há de único em cada tradição ou favoreça religiões ocidentais. A Anthropic diz que o objetivo não é alinhar o modelo a uma tradição específica. ORIGINAL: THE NEWS | ||
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02 novembro 2026
RELIGIAO vai ensinar chatbots a distinguir o certo do errado?
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Por aqui, 70% dos brasileiros já recorreram à AI para questões emocionais, contra 63% da média global. Agora, as empresas por trás dessas ferramentas querem definir como os chatbots devem responder.
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