Uma boa discussão tem levantado uma polêmica entre usuários de serviços de plataformas:
"por que pagamos
assinaturas de
streamings e
continuamos
vendo propagandas?"
Um texto da diretora de marketing da Unifor, Aline Freires, oferece oportunidade para se avaliar essa questão.
Pesquisa da Vindi, mostra que 72% dos brasileiros possuem apenas assinaturas digitais – um avanço contínuo em relação a 2025 (69%) e 2024 (68%). Os streamings de vídeo lideram essa preferência, estando presentes na rotina de 79% dos assinantes digitais.
E pelo que leio em matéria da diretora de Marketing da Unifor, Aline Freires, "Apesar da ampla adesão ao streaming, a aceitação de anúncios em planos pagos divide opiniões: 39% dos consumidores avaliam a medida de forma negativa, enquanto 38% veem a estratégia como algo positivo. O principal motivo para o cancelamento de assinaturas continua sendo a insatisfação com o serviço (51%), acompanhada de perto pelo aumento repentino de preço (50%).
Para o publicitário Carlos Bittencourt, docente do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade de Fortaleza (Unifor) – instituição mantida pela Fundação Edson Queiroz –, a transição das plataformas digitais para o modelo híbrido, que combina a taxa de assinatura com a venda de espaço publicitário, é impulsionada pela pressão econômica do próprio mercado e por acionistas.
Extrato de um texto de Aline Costa, diretora de Marketing da Unifor

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