Estava rebuscando matérias interessantes e me deparo com a lista dos discos de vinil mais precificados no Brasil. Da seleção feita por Gabriel Zorzetto, na Folha de São Paulo, consta como o raro mais caro, a primeira edição do chamado Álbum Branco (1968), dos Beatles, que pertenceu ao baterista Ringo Starr, foi vendida por US$ 790 mil.
Já o projeto Once Upon a Time in Shaolin (2015), do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan, tornou-se o disco mais valioso do mundo, sendo comercializado a US$ 4 milhões, por possuir apenas uma cópia física.
No Brasil, um exemplar historicamente almejado é Paêbirú (1975), de Zé Ramalho e Lula Côrtes, que teve quase toda sua tiragem original de 1,3 mil cópias destruída por uma enchente do Rio Capibaribe, no Recife.
Louco Por Você (1961), estreia de Roberto Carlos – flertando com a bossa nova – é outro que costuma atingir cifras altas.
Trajeto (1968), disco referencial do samba-jazz, do aclamado saxofonista Victor Assis Brasil, avaliado em R$ 3 mil.
‘Rio Oir’ (R$ 6,5 mil) e ‘Trajeto’ (R$ 3 mil). Mesmo preço Tem que Acontecer (1976), imersão sambista de Sergio Sampaio, famoso pela canção Eu Quero É Botar meu Bloco na Rua.
Trindade (1978, autografado) – que traz lendas da música instrumental brasileira como Wagner Tiso, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti –, vendido a R$ 2,6 mil.
‘Diana’ (R$ 3,4 mil) - "Os estrangeiros se interessam por peças raras como Diana (1976), LP autointitulado da cantora associada à Jovem Guarda, custando R$ 3,4 mil.
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