Nominar-se um grande ator exige, certamente, de quem se faz referência, alguém de perfeita sintonia com a arte da interprertação. A dignidade de quem vê o Teatro como polo transformador social e a quem vive nesse meio com a mesma dignidade que, um dia, assumiu ser o que foi. Juca de Oliveira preencheu todos esses requisitos e ao nos deixar, nesse 21 de março de 2026, abre um vazio enorme na constelação sagrada dos grandes vultos da arte dramática.
Um comentário:
NÃO tem a letra R entre as letras A e T na palavra "dramártica" (sic).
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