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Texto afinadissimo de Eduardo Montenegro sobre o desencarne do autor Manoel Carlos:
As Helenas de Maneco não foram apenas personagens, foram arquétipos: mulheres complexas, maduras em sentimentos, cheias de contradições e com uma capacidade rara de despertar empatia. Ao longo de décadas, Manoel soube transformar dramas cotidianos em poesia popular, usando o Leblon e o Rio como cenário e, sobretudo, as relações familiares como motor de suas histórias. Essas Helenas (cada uma à sua maneira) nos mostraram lealdade, fragilidade, coragem e escolhas dolorosas e por isso ficam conosco: são pedaços de vida que voltamos a rever cada vez que uma novela sua entra no ar.

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