O jornalista Cláudio Teran, aborda em sua rede social do Facebook a passagem do colega Ismar Capistrano, que faleceu vitima de câncer. O texto de Teran é uma louvação ao trabalho de Ismar, em sua trajetória de jornalista a mestre do Curso de Comunicação Social, onde deixou um legado importante de seu trabalho.
Vi Ismar começar. Foi estagiário na extinta
'RCN Assunção', época em que coordenei a
Comunicação e o Jornalismo da Rádio.
Aquele foi seu primeiro emprego.
E ele ainda estava cursando a Faculdade.
Um bom ser humano, generoso, prestativo,
amava o jornalismo e descobriu nos idos de
1996 uma nova paixão, pelo Rádio AM.
Entusiasmado, aprendia rápido, tanto que
em pouco tempo tocava sozinho a produção
de programas radiofônicos diários da RCN.
Chegava em um Ford Verona, de seu Pai, e
liberava o carro para as urgências da galera,
baseado em uma boa premissa: "meu Pai é
o dono e todo mundo pega esse carro pois
ele diz que carro é pra andar", falava.
Com o tempo foi se decepcionando com
as redações, mas não com o jornalismo, e
então partiu para as especializações.
Virou professor. Mestre. Doutor. E passou
a ensinar jornalismo nas salas da UFC.
Antes atuou na assessoria de comunicação
de Ilário Marques na Prefeitura de Quixadá
e serviu ao gabinete de Rachel Marques na
Assessoria de Imprensa da Assembleia.
Importante registrar seu amor por sua
Quixadá, de onde veio e para onde sempre
estava voltando. "Aqui é o meu chão".
Fica o vazio e uma saudade do Ismar.
Um câncer o levou aos 51 anos...
(Claudio Teran, escreveu)
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