sábado, 28 de novembro de 2015

VÍDEO. L.C. Galetto ouve Hassum sobre o pós-operatório



O humorista L.C. Galetto, que deixou o "Só de H" para se submeter a uma cirurgia bariátrica, fala sobre o pós-operatório e ouve experiências de alguns cirurgiados, entre os quais Leandro Hassum. 

9 comentários:

Anônimo disse...

Nossa, que aula de potruguês eu faltei? Que verbo é esse "cirurgiar"? E esse adjetivo, cirurgiado, eu também faltei nessa aula...

Nonato Albuquerque disse...

Por favor, clique

http://www.dicio.com.br/cirurgiado/

Nonato Albuquerque disse...

Por favor, clique

http://www.dicionarioinformal.com.br/significado/cirurgiado/17653/

Nonato Albuquerque disse...

Por favor, compre um dicionário

Jessika Soares disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jessika Soares disse...

Hahhahahahhahahah #ilovenonato

Anônimo disse...

Dicionário informal... Não vi nenhum filólogo admitindo essa forma... Por mais que o português ou qualquer outro idioma seja "dinâmico", alguns neologismos não conseguem ser empurrados goela abaixo... Note que o tal "dicionário informal" sequer indica que classe de palavras esse termo pertence... Caso seja substantivo, teria-se que ter, obrigatoriamente, um verbo que, por redução, formaria o substantivo primitivo... Por exemplo: verbo cantar e o substantivo canto... Não encontrei o verbo "cirurgiar"... Nem como adjetivo caberia... Você já foi melhor nisso, seu Nonato... Favor consultar fontes e dicionários - quem sabe comprar um - de credibilidade...

Anônimo disse...

Cenrusrando comentário, seu Nonato? Acabou seu repertório de argumentações sem fundamento quanto a esse erro crasso de português?

Guto disse...

Se esse caro "Anônimo" for um vigilante defensor da gramática, ele vai ter um bocado de trabalho e dor de cabeça nessa caça aos "falsos" verbos hoje existentes, porque todo dia nasce um em cada esquina e em cada site. O Nonato, por exemplo, em vez de pedir pra ele acessar o link, podia ter pedido pra ele "linkar" ou quem sabe, dar uma "gugada (gugar)" em busca das referidas pesquisas, enfim, ir contra tudo isso em troca de um metodismo formal didático, vale mesmo a pena? A língua também se molda por conta do povo que a usa, se assim não fosse, talvez ainda estivéssemos a falar o latim ou quem sabe tupi guarani, sabe Deus.