Equipe de jornalistas - Demitri Túlio e Cláudio Ribeiro, à frente - refez o caminho de um doloroso passado onde brasileiros foram torturados e mortos pela ditadura militar no Araguaia.
Interessante, o caderno chega na mesma data em, que a família do cearense Bergson Gurjão Farias, morto há 37 anos, enterra seus restos mortais.
Um comentário:
É interessante demais, Nonato, o caderno especial. Sobretudo porque se converte em homenagem pública (editorial) do jornal ao guerrilheiro Bergson Gurjão Farias.
Mas só não foi coincidência... :-)
Demitri, Cláudio e equipe estão de parabéns mais uma vez. A verve poético-narrativa-informativa do Demitri encanta. Abração para você!
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