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09 janeiro 2026
08 janeiro 2026
NOMES. Carolino Soares tinha a benquerença em pessoa
07 janeiro 2026
ARTIGOS. Suzete Nocrato faz análise das "Incertezas de 2026"
A mudança de ano costuma alimentar a esperança de que finalmente passemos a viver nossa humanidade de forma mais ética, plena e compassiva. Falamos em empatia, compreensão e cuidado, enquanto seguimos enfrentando as mesmas lutas diárias, as nossas imperfeições, num zigue-zague de (in)decisões. Carregamos nas mensagens nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais o desejo de paz, de respeito e de amorosidade. No entanto, os primeiros dias de 2026 já se apresentam desafiadores — lembrando-nos de que a mudança não acontece apenas com a virada do calendário.
Vimos o fim de 2025 marcado por uma ordem feita de sombras e incertezas, muitas delas mediadas por plataformas digitais que, sob a lógica dos algoritmos, continuaram enfatizando discursos extremos e sensacionalistas. Nesse ambiente intoxicado, as fake news ganharam velocidade e o debate público se degradou.
Com quase quatro décadas dedicadas ao jornalismo, observei com tristeza e decepção as polêmicas que envolveram segmentos da imprensa brasileira, que, em nome da preservação de privilégios, ensaiaram flertes perigosos contra a democracia. Ao fabricar narrativas fantasiosas, frequentemente amparados por fontes “em off”, uma jornalista não apenas comprometeu a credibilidade da informação, mas também feriu a dignidade e a memória de quem lutou — e ainda luta — pela responsabilidade e pela qualidade do ofício de informar. Como bem lembrou o colega Moacir Maia, se tivesse sido aluna da mestra Adísia Sá (eu fui), conheceria a ética no jornalismo, “única maneira de olharmos com coragem nos olhos de nossos leitores”.
Os acontecimentos do ano passado revelam uma realidade adoecedora, que aprofundou a exaustão e a sensação de impotência. Ainda assim, com o prenúncio de um novo ciclo, a esperança voltou a nos habitar. Não tardou, porém, para que a confiança fosse novamente abalada: uma nuvem de dúvidas pairou sobre nossas cabeças, trazendo consigo o temor de que tempos sombrios voltem a se avizinhar.
No terceiro dia de 2026, presenciamos, estarrecidos, a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos e o sequestro de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em uma ação militar ilegal. O imperialismo escancarado de Donald Trump revela a lógica brutal da força: transformar a América Latina em colônia norte-americana. Dessa forma, os países da região ficam impedidos de decidir seu destino político, de definir o uso de suas riquezas
naturais, com quem manter relações diplomáticas e comerciais, e de construir o seu próprio futuro. Ou seja, a América Latina perde sua soberania.
E a tão sonhada paz segue distante no horizonte. Os conflitos armados que atravessam o continente africano continuam a produzir violência e instabilidade; a guerra entre Rússia e Ucrânia recrudesce a cada dia; a Faixa de Gaza permanece sob sucessivas ofensivas de Israel, que atinge duramente o povo palestino, seja pelas armas, seja pelo cerco que aprofunda a fome e escassez; e agora os olhos da ave de rapina se voltam para nós, latino-americanos.
Apesar do quadro sombrio, acredito que essa situação é uma transição para um mundo de harmonia e respeito à natureza, de igualdade social, onde o homem voltará seu olhar de compaixão para os que sofrem, vivenciando o amor em sua plenitude. Essa travessia pode ser em marcha lenta ou avançaremos mais rapidamente, depende de cada um individual e coletivamente.
Assim, as incertezas de 2026 nos colocam diante de escolhas que definirão qual a vida teremos: podemos nos deixar vencer pelo desencanto e aceitar o avanço da força, do silêncio cúmplice e da barbárie, ou, com inteligência e sentido de sobrevivência sustentaremos, com coragem, a defesa da democracia, da soberania dos povos e da dignidade humana.
Mantenho firme a esperança no futuro.
Suzete Nocrato é jornalista e escreve para este e para o blog do Eliomar de Lima
TV. Jornalista Vera Magalhães não apresenta mais 'Roda Viva"
Magalhães anunciou nesta terça-feira (6) que está fora da tv. por opção da emissora pública. A jornalista não terá seu contrato, que venceu no último dia 31 de dezembro, renovado.
JORNAIS. 7 de janeiro é o Dia do Leitor por causa de O Povo
FAKE. Bateria do celular baixa não altera o preço do Uber
O preço da corrida do Uber sobe quando a bateria do celular está baixa?Essa é a pergunta que circulou nas redes sociais. O site Boatos.org se apressou em explicar que, embora a história circule como um “sentido comum” da era digital, não existe nenhuma verificação técnica ou oficial de que a carga da bateria muda o valor final da viagem. Em testes práticos realizados por diversos canais de tecnologia, como Canaltech, as compras foram feitas simultaneamente em aparelhos com bateria cheia e bateria quase agotada apresentando valores idênticos ou com variações mínimas irrelevantes (derivadas de segundos de diferença na solicitação).
06 janeiro 2026
PAUTAS DE JANEIRO. A das compras de material escolar
TV. E uma emissora chilena confunde Maduro com o Ratinho
05 janeiro 2026
CINEMA. Filme sobre os 70 anos da UFC será exibido amanhã
MADURO. Dancinhas teriam pesado na decisão do ataque?
As aparições de Maduro na televisão estatal venezuelana chamaram de integrantes da equipe de Trump. Em 31 de dezembro, em um evento oficial, Maduro dançou ao som de música eletrônica que incluía sua própria voz repetindo frases como “paz sim” e “não à guerra” em inglês. Na ocasião, o venezuelano disse: “É a música número 1 da temporada venezuelana, não poderia barrar da lista Billboard”. publicidade Durante essa mesma apresentação, antes do início da música, Maduro declarou: “Vitória! Para sempre. Chega de guerra louca! Paz! Para sempre”. Ele também disse aos norte-americanos: “Digam ao povo ao povo dos Estados Unidos: não à guerra. Não queremos guerra no Caribe e na América do Sul. Não, não à guerra, sim à paz. Não à guerra louca, não à guerra louca!”. Em comício, Maduro cantou e dançou “Don’t worry, be happy”, música de 1988 de Bobby McFerrin.
O presidente venezuelano Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) cantou e dançou ao som de "Don't Worry, Be Happy" de Bobby McFerrin, clássica canção de reggae, em comício na 4ª feira (10.dez.2025). O líder voltou a pedir paz, em meio a escalada da tensão com os EUA, e dedicou o ato… pic.twitter.com/KWRUkwFSwL
— Poder360 (@Poder360) December 12, 2025
ARTIGOS. Os números fazem parte da rotina humana
Somos Números
Carlos Delano Rebouças
Na frenética correria da vida, principalmente no dia dia de cada um de que ocupa um espaço na sociedade, sempre estamos lidando com algum numeral que seja. Eles fazem parte da rotina de qualquer pessoa, independentemente do perfil e do que escolhemos fazer.
As quatro operações, por exemplo, sempre são aplicadas a qualquer momento. Somamos as competências, multiplicamos e dividimos informações e conhecimentos, e subtraímos os esforços para alcançarmos sempre mais e mais.
Em algumas ocasiões, fracionamos o nosso tempo, esse bem precioso, assim como outros recursos que se classificam como finitos, contudo, capazes de gerar riquezas na sua infinitude.
Compras, vendas, empréstimos, aplicações... Será que nos remetem lembrar de percentual? Não nos esqueçamos também dos descontos, que sempre pedem esse numeral, sem ao menos ser entendido e aplicado perfeitamente por todos nós, quando combinados com impostos, taxas e juros.
Nossa rotina é diária, mas também pode ser semanal, quinzenal, mensal, bimestral, trimestral... Lembra horas, dias que contamos para alguma coisa acontecer. Às vezes, ordenados sob o critério da prioridade; em outros momentos, cardinalmente acompanhados no calendário dos interesses.
Com os números não devemos brincar, já que erguem e destroem num piscar de olhos. Em poucos segundos tudo pode mudar, passando a ter status de passado, com números que nada mais representam diante de dados, realidades e necessidades que se superam a todo instante.
FAMOSOS. Ator recorre a vaquinha para evitar ser despejado
04 janeiro 2026
REDES SOCIAIS. O que há de comum entre o João e o Pietro?
03 janeiro 2026
LIVROS. Qual aquele que mais chamou sua atenção em 2025
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| Ilustração de Matteo Giuseppe Pani |
QUAL O LIVRO QUE VOCÊ LEU EM 2025 QUE POSSA SER CONSIDERADO O MAIS INTERESSANTE?
JORNAIS VENEZUELANOS. A reação da imprensa ao ataque
JORNAIS. Um impresso especializado em criar noticias falsas
Uma das manchetes mais curiosas está na primeira página do The Onion (A Cebola), neste sábado. Ele é um jornal satírico norte-americano, com sede na cidade de Chicago.] Originalmente publicado em versão impressa, é reconhecido como um dos maiores sites humorísticos dos Estados Unidos, e sua especialidade é a criação de notícias falsas.














