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21 outubro 2026
MÍDIA. Quando publicidade vem travestida de notícia comum
20 outubro 2026
REDES SOCIAIS. O Felca voltou depois de 6 meses de silêncio
Bem, ele retornou às redes sociais na madrugada desta terça-feira (20), após sete meses afastado, e revelou ter sido diagnosticado com fobia social. O youtuber de 27 anos apresentou um laudo médico e relatou como as agressões e humilhações sofridas na escola continuaram a afetar sua vida adulta. Segundo ele, o medo de voltar a uma sala de aula o levou a descartar a faculdade e tentar trabalhar com vídeos.
Eu tenho fobia social. Esse é o meu laudo. Esse é o vídeo mais sincero e mais difícil que eu já fiz. Eu não sei se eu vou postar ainda, mas, se você está vendo, eu postei", declarou no início da gravação. Ao longo do relato, o influenciador recordou episódios de bullying que começaram quando ele tinha 12 anos. ORIGINAL
FÉ. Daniella de Lavor caminha 100 km por uma cachorra
19 outubro 2026
CINEMA. Crítico Olavo Filho já diz qual o pior filme de 2026
NOMES. Benito di Paula 'sai de cena' aos 84 anos de idade
O motivo foi um câncer de próstata, que tratava fazia cerca de um ano. Ele estava internado no Hospital 9 de Julho, na capital paulista.
18 outubro 2026
JORNAIS. Dizer que o trabalho de Gil Dicelli é bom, é pouco
17 outubro 2026
PODCAST. Vevé conta histórias dos 50 anos de carreira
O divulgador musical Vevé está, hoje, participando do TempoCast, a convite de Tony de Sá e Jean Nunes (CEOs da Rádio Tempo FM 103.9 de Fortaleza). Ele vai contar um pouco dos 40 anos de carreira como divulgador musical e rememorar fatos pitorescos do meio artístico e da indústria da música ao longo dessas cinco décadas de muita história.
IMAGEM. A semelhança física de Jr Diniz com Oswald Barroso
MOEDAS. Uma da era Vargas está avaliada em 10 mil reais
INFORMES DAS PRAIAS. Quem os lê antes de ir para o banho?
16 outubro 2026
STREAMINGS. Por que assinantes pagam e vêem propaganda?
Uma boa discussão tem levantado uma polêmica entre usuários de serviços de plataformas:
"por que pagamos
assinaturas de
streamings e
continuamos
vendo propagandas?"
Um texto da diretora de marketing da Unifor, Aline Freires, oferece oportunidade para se avaliar essa questão.
Pesquisa da Vindi, mostra que 72% dos brasileiros possuem apenas assinaturas digitais – um avanço contínuo em relação a 2025 (69%) e 2024 (68%). Os streamings de vídeo lideram essa preferência, estando presentes na rotina de 79% dos assinantes digitais.
E pelo que leio em matéria da diretora de Marketing da Unifor, Aline Freires, "Apesar da ampla adesão ao streaming, a aceitação de anúncios em planos pagos divide opiniões: 39% dos consumidores avaliam a medida de forma negativa, enquanto 38% veem a estratégia como algo positivo. O principal motivo para o cancelamento de assinaturas continua sendo a insatisfação com o serviço (51%), acompanhada de perto pelo aumento repentino de preço (50%).
Para o publicitário Carlos Bittencourt, docente do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade de Fortaleza (Unifor) – instituição mantida pela Fundação Edson Queiroz –, a transição das plataformas digitais para o modelo híbrido, que combina a taxa de assinatura com a venda de espaço publicitário, é impulsionada pela pressão econômica do próprio mercado e por acionistas.
Extrato de um texto de Aline Costa, diretora de Marketing da Unifor
NOMES. Morre Sônia Pinheiro, uma das últimas do colunismo
- Velório e Sepultamento: Ocorre nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, no Jardim Metropolitano, com sepultamento marcado para as 10h30.
LEITURAS. Pessoas consomem cada vez mais conteúdo local
Para se ter ideia, de 2019 a 2025, a quantidade de ingressos vendidos para filmes americanos ao redor do mundo caiu 11pp.
Na música, a parcela de americanos entre os "superstars" globais caiu de 45% para 33% desde 2021. Se o Michael Jackson estivesse vendo isso, ele gritaria “auuu” e saíria no moonwalk.
Um exemplo de como filmes de outros países têm ganhado relevância são os mercados nacionais. Na Índia, filmes feitos no próprio país dominam praticamente as telas. Na China, eles respondem por cerca de 80% da receita desde 2020.
Entre os motivos da mudança: Hoje, o streaming investe mais em produções locais, o que aumenta a quantidade de conteúdo desse tipo disponível.
Somado a isso, muitas produções nacionais fazem o público se identificar mais com as obras. Pense que um brasileiro pode se conectar mais com “Minha Mãe É Uma Peça” do que com uma comédia americana qualquer. |
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ORIGINAL: The News


















But slow down, you crazy child. Os EUA seguem sendo o maior exportador cultural. A música americana segue no top 5 de pelo menos 70 países ao redor do mundo.