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08 janeiro 2026

RÁDIO. Galba Gomes é entrevistado pela FM Universitária

NOMES. Carolino Soares tinha a benquerença em pessoa


Colega de emissora na antiga Rádio Iracema e companheiro de estudos no Curso de Comunicação Social da UFC, a passagem de Carolino Soares representa uma perda entre as figuras queridas da mídia, não só pelo censo empresarial que emprestou aos seus negócios, mas principalmente pela bononomia que era constante na sua trajetória. Ele faleceu em Sobral e deixa um rastro de saudades entre os de sua benquerença. 

LEITURAS. O que há pra se ler sobre Trump x Venezuela

Leia em ATLANTIC



AQUI 

07 janeiro 2026

ARTIGOS. Suzete Nocrato faz análise das "Incertezas de 2026"

A mudança de ano costuma alimentar a esperança de que finalmente passemos a viver nossa humanidade de forma mais ética, plena e compassiva. Falamos em empatia, compreensão e cuidado, enquanto seguimos enfrentando as mesmas lutas diárias, as nossas imperfeições, num zigue-zague de (in)decisões. Carregamos nas mensagens nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais o desejo de paz, de respeito e de amorosidade. No entanto, os primeiros dias de 2026 já se apresentam desafiadores — lembrando-nos de que a mudança não acontece apenas com a virada do calendário.

Vimos o fim de 2025 marcado por uma ordem feita de sombras e incertezas, muitas delas mediadas por plataformas digitais que, sob a lógica dos algoritmos, continuaram enfatizando discursos extremos e sensacionalistas. Nesse ambiente intoxicado, as fake news ganharam velocidade e o debate público se degradou.

Com quase quatro décadas dedicadas ao jornalismo, observei com tristeza e decepção as polêmicas que envolveram segmentos da imprensa brasileira, que, em nome da preservação de privilégios, ensaiaram flertes perigosos contra a democracia. Ao fabricar narrativas fantasiosas, frequentemente amparados por fontes “em off”, uma jornalista não apenas comprometeu a credibilidade da informação, mas também feriu a dignidade e a memória de quem lutou — e ainda luta — pela responsabilidade e pela qualidade do ofício de informar. Como bem lembrou o colega Moacir Maia, se tivesse sido aluna da mestra Adísia Sá (eu fui), conheceria a ética no jornalismo, “única maneira de olharmos com coragem nos olhos de nossos leitores”.

Os acontecimentos do ano passado revelam uma realidade adoecedora, que aprofundou a exaustão e a sensação de impotência. Ainda assim, com o prenúncio de um novo ciclo, a esperança voltou a nos habitar. Não tardou, porém, para que a confiança fosse novamente abalada: uma nuvem de dúvidas pairou sobre nossas cabeças, trazendo consigo o temor de que tempos sombrios voltem a se avizinhar.

No terceiro dia de 2026, presenciamos, estarrecidos, a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos e o sequestro de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em uma ação militar ilegal. O imperialismo escancarado de Donald Trump revela a lógica brutal da força: transformar a América Latina em colônia norte-americana. Dessa forma, os países da região ficam impedidos de decidir seu destino político, de definir o uso de suas riquezas

naturais, com quem manter relações diplomáticas e comerciais, e de construir o seu próprio futuro. Ou seja, a América Latina perde sua soberania.

E a tão sonhada paz segue distante no horizonte. Os conflitos armados que atravessam o continente africano continuam a produzir violência e instabilidade; a guerra entre Rússia e Ucrânia recrudesce a cada dia; a Faixa de Gaza permanece sob sucessivas ofensivas de Israel, que atinge duramente o povo palestino, seja pelas armas, seja pelo cerco que aprofunda a fome e escassez; e agora os olhos da ave de rapina se voltam para nós, latino-americanos.

Apesar do quadro sombrio, acredito que essa situação é uma transição para um mundo de harmonia e respeito à natureza, de igualdade social, onde o homem voltará seu olhar de compaixão para os que sofrem, vivenciando o amor em sua plenitude. Essa travessia pode ser em marcha lenta ou avançaremos mais rapidamente, depende de cada um individual e coletivamente.

Assim, as incertezas de 2026 nos colocam diante de escolhas que definirão qual a vida teremos: podemos nos deixar vencer pelo desencanto e aceitar o avanço da força, do silêncio cúmplice e da barbárie, ou, com inteligência e sentido de sobrevivência sustentaremos, com coragem, a defesa da democracia, da soberania dos povos e da dignidade humana.

Mantenho firme a esperança no futuro.

Suzete Nocrato é jornalista e escreve para este e para o blog do Eliomar de Lima

TV. Jornalista Vera Magalhães não apresenta mais 'Roda Viva"

  A jornalista Vera Magalhães não é mais a condutora do programa Roda Viva, da TV Cultura. Há indicativo de que foi resultado de um "acordo com demo", segundo Leão Serva, ex-diretor de jornalismo da TV Cultur, postou no Instagram "A TV Cultura fez um acordo de cavalheiros com o demo... Agora quem manda é ele", escreveu Serva.

Magalhães anunciou nesta terça-feira (6) que está fora da tv. por opção da emissora pública. A jornalista não terá seu contrato, que venceu no último dia 31 de dezembro, renovado. 

JORNAIS. 7 de janeiro é o Dia do Leitor por causa de O Povo

Hoje é o Dia Nacional do Leitor. Pouca gente sabe que essa data foi criada em homenagem à fundação do jornal "O Povo", criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha.




FAKE. Bateria do celular baixa não altera o preço do Uber

 O preço da corrida do Uber sobe quando a bateria do celular está baixa?Essa é a pergunta que circulou nas redes sociais. O site Boatos.org se apressou em explicar que, embora a história circule como um “sentido comum” da era digital, não existe nenhuma verificação técnica ou oficial de que a carga da bateria muda o valor final da viagem. Em testes práticos realizados por diversos canais de tecnologia, como Canaltech, as compras foram feitas simultaneamente em aparelhos com bateria cheia e bateria quase agotada apresentando valores idênticos ou com variações mínimas irrelevantes (derivadas de segundos de diferença na solicitação).



06 janeiro 2026

PAUTAS DE JANEIRO. A das compras de material escolar

 Louvável a atitude do Procon (Alece) dando um alerta aos pais de alunos sobre as listas de material escolar. Quem deseja conhecer a orientação completa clica AQUI


TV. E uma emissora chilena confunde Maduro com o Ratinho

 

Sábado último, uma emissora de TV de Santiago trocou as bolas e colocou imagem do Ratinho como se fosse o presidete da Venezuela. Além disso, ao mostrar aliados da Rússia no mundo, a imagem da China que apareceu foi a do ursinho Pooh. 

05 janeiro 2026

CINEMA. Filme sobre os 70 anos da UFC será exibido amanhã

O longa-metragem “70 anos da Universidade Federal do Ceará”, estreia nesta quarta-feira (7) às 19h, no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza. O filme, como o próprio título sugere, revisita e celebra as sete décadas de atuação da Universidade Federal do Ceará (UFC) e a sua influência na vida econômica, política, social e cultural do Estado.

Médico, professor e ex-reitor, Henry Campos em depoimento para o filme. Foto: Wolney Oliveira


MADURO. Dancinhas teriam pesado na decisão do ataque?


As aparições de Maduro na televisão estatal venezuelana chamaram de integrantes da equipe de Trump. Em 31 de dezembro, em um evento oficial, Maduro dançou ao som de música eletrônica que incluía sua própria voz repetindo frases como “paz sim” e “não à guerra” em inglês. Na ocasião, o venezuelano disse: “É a música número 1 da temporada venezuelana, não poderia barrar da lista Billboard”. publicidade Durante essa mesma apresentação, antes do início da música, Maduro declarou: “Vitória! Para sempre. Chega de guerra louca! Paz! Para sempre”. Ele também disse aos norte-americanos: “Digam ao povo
 ao povo dos Estados Unidos: não à guerra. Não queremos guerra no Caribe e na América do Sul. Não, não à guerra, sim à paz. Não à guerra louca, não à guerra louca!”. Em comício, Maduro cantou e dançou “Don’t worry, be happy”, música de 1988 de Bobby McFerrin. 


ARTIGOS. Os números fazem parte da rotina humana


 Somos Números

Carlos Delano Rebouças


Na frenética correria da vida, principalmente no dia dia de cada um de que ocupa um espaço na sociedade, sempre estamos lidando com algum numeral que seja. Eles fazem parte da rotina de qualquer pessoa, independentemente do perfil e do que escolhemos fazer.

As quatro operações, por exemplo, sempre são aplicadas a qualquer momento. Somamos as competências, multiplicamos e dividimos informações e  conhecimentos, e subtraímos os esforços para alcançarmos sempre mais e mais. 

Em algumas ocasiões, fracionamos o nosso tempo, esse bem precioso, assim como outros recursos que se classificam como finitos, contudo, capazes de gerar riquezas na sua infinitude.

Compras, vendas, empréstimos, aplicações... Será que nos remetem lembrar de percentual? Não nos esqueçamos também dos descontos, que sempre pedem esse numeral, sem ao menos ser entendido e aplicado perfeitamente por todos nós, quando combinados com impostos, taxas e juros.

Nossa rotina é diária, mas também pode ser semanal, quinzenal, mensal, bimestral, trimestral... Lembra horas, dias que contamos para alguma coisa acontecer. Às vezes, ordenados sob o critério da prioridade; em outros momentos, cardinalmente acompanhados no calendário dos interesses.

Com os números não devemos brincar, já que erguem e destroem num piscar de olhos. Em poucos segundos tudo pode mudar, passando a ter status de passado, com números que nada mais representam diante de dados, realidades e necessidades que se superam a todo instante.

INTERCEPT cita gravações de fiéis como cabos eleitorais


LEIA AQUI

FAMOSOS. Ator recorre a vaquinha para evitar ser despejado

 Já imaginou um ator famoso chegar ao ponto de recorrer a uma vaquinha para evitar ser despejado de sua casa? Leia a informação completa AQUI




04 janeiro 2026

VÍDEO, O melhor documentário sobre a esposa de Maduro

REDES SOCIAIS. O que há de comum entre o João e o Pietro?

Um é cearense, radialista, com uma longa folha de serviços no setor e que, de repente, passou a mostrar sua porção "influencer" dando um passinhos que se repetiram ao longo das postagens. Já tem imitadores. E ganhou até trilha musical. Falo de João Inácio Junior (o do bafulê) que, nas redes socais tem-se rivalizado com o pernambucano Pietro, figura solitária que se repete a cada postagem revelando um andar por locais onde revela o seu lado narcisista. Os dois, na verdade, são exemplos dessa era digital, onde o sucesso necessariamente não exige muito esforço, mas repetitividade
sa foto no Instagram

03 janeiro 2026

LIVROS. Qual aquele que mais chamou sua atenção em 2025


Ilustração de Matteo Giuseppe Pani
 
O ano terminou e eu ainda estou relendo 'Alquimia da Mente' do Hermínio C. Miranda. Uma das mais instigantes leituras que a associo ao excelente "Mistérios das Catedrais" de Fulcanelli. São livros que me impressionam e que merecem o olhar de interessados em leituras que nos provocam. Por falar nisso,

 QUAL O LIVRO QUE VOCÊ LEU EM 2025 QUE POSSA SER CONSIDERADO O MAIS INTERESSANTE?


JORNAIS VENEZUELANOS. A reação da imprensa ao ataque

A falta de informações maiores da mídia venezuelana é uma demonstração de que toda a imprensa foi pega de surpresa com o ataque dos EUA. Mais cedo, o jornal El Nacional de Caracas publicava uma manchete em cima de um espaço negro sobre a invasão norte-americana à Venezuela. Mais tarde, a mesma postagem foi alterada com a foto do presidente Trump. 




 

JORNAIS. Um impresso especializado em criar noticias falsas

 Uma das manchetes mais curiosas está na primeira página do The Onion (A Cebola), neste sábado. Ele é um jornal satírico norte-americano, com sede na cidade de Chicago.] Originalmente publicado em versão impressa, é reconhecido como um dos maiores sites humorísticos dos Estados Unidos, e sua especialidade é a criação de notícias falsas.