segunda-feira, 20 de agosto de 2018

JORNALISMO. Errar é o ó, mano

Que jornais cometem equívocos, isso acontece. Mas que jornalistas cometam algo que foge ao inusitado, acontece com as melhores famílias (donas de jornais) de Londres. 

Vejam alguns exemplos de exemplares pelo mundo afora: 


Esse matutino, NT News, escreveu em linhas garrafais (como se dizia no tempo do Galeguinho de O Povo) que a princesa "Diana estava viva horas antes de morrer". 

A notícia foi dada na manhã seguinte ao acidente da princesa. Conclusão mais lógica. Nem Sherlock Holmes seria capaz de invejável dedução. Cês num acham? 

E que tal essa outra chamada de primeira página do The Sun. A notícia é sobre um assalto. Inusitado, diga-se de passagem, já que raramente você vai ser uma ave assaltando alguém. 

"Assaltada por um papagaio". Você se sentiria tentado a comprar esse jornal por conta dessa manchete? 


O NT News - de novo! - adora uma manchete de estardalhaço. E, segundo o site Thoughtco.com, de onde pesquei essas curiosidades, o jornal noticiou algo incrível. A prisão de um homem, detido depois que policiais suspeitaram de um pequeno pacote manchado em sua cueca. 


Não ficou bem claro, se a mancha fora provocada pelo conteúdo do pacote ou ... 


E essa manchete que abre a matéria sobre "Pais feios estragam o esporte", num parece algo preconceituosamente preconceituosa? 


A gente comenta muito das falhas e dos cochilos da imprensa tupiniquim, mas aqui entre você e "mim", há algo podre no reino por aí a fim. 



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