sábado, 28 de maio de 2011

CONSUMO&DOR. Vingança de jornalista


E tem jornalista que não conseguiu pregar os olhos de ontem para hoje. Vizinho de um bar na Parquelândia, nosso confrade teve que passar a noite toda ouvindo o som estridente daquelas cantoras gasguitas de forró, vindo de carros estacionados à sua porta.

Negociar com o proprietário, quem há de? Chamar a Polícia? - "ele molha a mão dos milicas", diz-me. Reclamar ao bispo? - foi-se o tempo. O que fazer então?

A única maneira que o furibundo colega encontrou agora pela manhã, foi esgoelar o som da radiola (é o novo!) de sua residência e não deixar o dono do comércio dormir depois de encerrar o expediente. "Estou me vingando dele" explica pelo telefone. E o pior de tudo: o dono e o incomodado são irmãos.

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